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O que seu filho precisa para ser um empreendedor no futuro?

Publicado em 10 de março de 2017 as 8:19

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Você gostaria que seu filho desenvolvesse habilidades para ser um empreendedor no futuro? Ser um empreendedor não significa abrir uma empresa necessariamente, mas ter a capacidade de criar soluções, lidar com problemas e enxergar oportunidades. No Brasil, a cultura empreendedora ainda não é cultivada pelas escolas desde a infância, mas ações em casa, com a família, podem despertar essas habilidades nos seus filhos.

Para que uma criança desenvolva as habilidades necessárias é preciso começar o estímulo desde cedo. “O empreendedor busca transformar o sonho em realidade e é ele que define os caminhos para chegar até lá”, explica Fernando Dolabela, autor do livro “O Segredo de Luísa”, consultor e professor da Fundação Dom Cabral.

A proatividade é uma habilidade indispensável para quem quer empreender, mesmo que o resultado não seja a abertura de uma empresa. “A criança não pode receber tudo pronto, ela tem que ir atrás”, afirma Renato Fonseca, consultor do Sebrae-SP.

De acordo com Dolabela, empreender é ser capaz de identificar problemas, criar soluções e observar oportunidades. Para Carla Zeltzer, fundadora da Escola de Empreendedorismo Zeltzer, é essencial que os pais e a escola propiciem um ambiente que permita o erro e, consequentemente, o aprendizado. Confira quatro recomendações para auxiliar crianças no desenvolvimento de um perfil empreendedor.

1. Estimule a criatividade

Crianças são naturalmente criativas. Enquanto descobrem o mundo, elas podem também desenvolver uma capacidade para a vida toda. “A criatividade é a mãe da inovação”, afirma Carla.

Ela explica que uma maneira lúdica e fácil de estimular a criatividade em crianças é simular diversas situações para que ela possa pensar diferente. “Simule uma viagem no tempo ou que ela esteja em um lugar onde há animais diferentes e é preciso inventar formas de se defender, ou ainda que ela precisa trabalhar com um ser do outro planeta”, explica Carla. Para Dolabela, para empreender, a criança precisa traçar o seu próprio caminho e criar soluções. “Se não somos criativos, não inovamos”, diz.

2. Proponha desafios

Dolabela conta que uma maneira simples de desafiar a criança é fazendo perguntas, como ‘qual brinquedo ela criaria e seria melhor do que aquele que ela mais gosta. “É uma maneira de incentivar a rebeldia a padrões, no sentido de que tudo que a criança ver pode ter uma maneira de ser melhor”, explica.

Além de questionar de que outra maneira a criança faria determinado objeto ou ação, instrua-a para pesquisar mais sobre o assunto e colocar a mão na massa. “O empreendedor é movido a perguntas e em uma tarefa simples é possível ensinar a criança a buscar soluções e de como ela faria diferente. Assim, ela poderá transformar uma ideia em realidade”, afirma Fonseca.

3. Incentive a prática de esportes

Para Dolabela, a confiança tem relação direta com a autoestima e é uma habilidade comportamental indispensável para ser um empreendedor de sucesso. Com a prática de esportes, esse comportamento pode ser desenvolvido. Atividades em grupos ajudam na percepção do que é trabalho em equipe, além disso, ensinam a criança a ter motivação e de que a vitória ou o sucesso não vem fácil.

4. Crie atividades diferentes

A criança precisa de várias experiências para perceber do que realmente gosta e é papel dos pais observar este momento. “Você tem que ter um espaço para experimentar”, afirma Carla. Cinema, teatro e música são algumas atividades que, de acordo com Dolabela, podem ajudar a criança a descobrir seu talento.

Criatividade e busca por soluções são habilidades que podem ser desenvolvidas em crianças desde que incentivadas pela família e pela escola. O curso Nuvem Criativa da escola Nuvem nasceu justamente para desenvolver tais habilidades! Este curso é único no Brasil e está bem aqui em Goiânia! Aproveite!

Fonte:exame.com

Programação é o novo inglês

Publicado em 28 de fevereiro de 2017 as 2:40

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“Saber programar passa a ser fundamental daqui para a frente e, por isso, toda criança, matriculada em escola pública ou privada no Brasil, deveria ter o direito de aprender a linguagem dos computadores”. É o que afirma a empresária e administradora Ana Maria Diniz, no seu blog do jornal O Estadão [1].

Segundo a autora, 40% das escolas americanas, atualmente, ensinam programação e a meta do governo é dobrar esse número nos próximos anos. No Reino Unido, desde 2014 todas as escolas são obrigadas a ensinar linguagem de computação para alunos a partir dos cinco anos. Estônia, Finlândia e Austrália também já incorporaram a disciplina no currículo.

E no Brasil? Por aqui não estamos ficando de fora da tendência mundial. Nos últimos anos, várias escolas no país têm inserido robótica em sua grade não-obrigatória. Mas vamos tratar sobre as diferenças dos cursos de robótica e de programação em outro post. No Brasil, quando o assunto é programação, pouquíssimas escolas são destaque. Em Goiás, a Escola Nuvem foi a primeira a fornecer o ensino da programação de qualidade para crianças e adolescentes, a partir de 6 anos.

Programar nada mais é do que saber dizer a um computador o que ele deve fazer. Mais do que falar a língua das máquinas, saber programar é aprender a usar uma nova lógica baseada na análise de padrões e, a partir deles, criar, expressar e desenvolver novos conceitos, produtos e aplicações para o mundo. Programar é a arte do século 21.

A autora ainda afirma: “A razão mais óbvia para se aprender a programar tem relação com o mercado de trabalho. O crescimento exponencial da tecnologia impacta diretamente a oferta de empregos nas áreas da ciência da computação, que só tende a aumentar – e quanto mais pessoas habilitadas para ocupar essas vagas, melhor. Num futuro muito próximo, o conhecimento básico de programação também será fundamental para praticamente todas as profissões, como economistas, médicos, jornalistas, entre outros”.

Programação é o novo inglês. Programar é fundamental para todos que desejam desenvolver novas habilidades e estar preparados para o futuro. No próximo post discutiremos os principais benefícios e as habilidades desenvolvidas no aprendizado da programação.

[1]: ESTADÃO: Programação é o novo inglês

Conheça os benefícios do Ballet adulto!

Publicado em 24 de fevereiro de 2017 as 7:59

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Ao se falar em ballet é comum associar a ideia de que a dança deve ser praticada por crianças e não por adultos. Porém, essa dança tem sido escolhida como atividade física por muitas pessoas que decidiram desafiar os mitos e mostrar que nunca é tarde para começar e que o ballet pode ser, sim, muito benéfico para adultos.

Por isso, enumeramos oito motivos pelos quais a escolha do ballet adulto como atividade física é uma excelente opção:

1. Exercício completo
A dança trabalha todos os músculos do corpo com graça e suavidade promovendo o condicionamento muscular, fôlego, firmeza e precisão;

2. Qualidade de vida
Movimentos que antes eram simples e que agora se tornaram difíceis como coçar as costas ou outras coisas que tinha condições de fazer quando ainda criança, podem ser recuperados, pois o ballet proporciona maior flexibilidade, dando muito mais qualidade de vida para quem o pratica.

3. Postura
A dança do ballet exige muito do tórax, membros superiores e inferiores, o que beneficia o atleta em suas atividades cotidianas e melhora sua postura, deixando o praticante bem mais elegante;

4. Coordenação motora
Cada movimento feito no ballet é com precisão o que melhora tanto a coordenação motora grossa como a fina;

5. Disciplina e controle mental
A dança exige muita concentração na execução de cada movimento, o que aumenta o controle mental sobre o corpo e melhora a disciplina de cada praticante;

6. Aumenta a resistência
Manter-se em uma posição por muito tempo ou executar o mesmo movimento várias vezes seguidas exige muita resistência do corpo com o envolvimento de grandes massas musculares.

7. Corpo
Expressar-se através da música com movimentos suaves e firmes, aumenta a força corporal;

8. Exercício para a mente
Um exercício para mente, pois exige muita atenção e concentração.

Os benefícios do ballet são enormes. Uma pesquisa realizada recentemente relatou que o ballet é mais que apenas uma dança, tratando-se na verdade de uma atividade física completa, trazendo mais benefícios do que a Natação para quem pratica.

Procurando Ballet adulto em Goiânia?

Venha fazer Ballet Adulto na Nuvem, Dançar e ser feliz!!

Saiba mais em:

http://www.escolanuvem.com.br/cursos/ballet-adulto/

 

 
Fonte: site Templo do Corpo.

2a Mostra de Processos escola Nuvem-Fio Condutor Bauhaus- Assista o vídeo da Exposição!

Publicado em 8 de agosto de 2016 as 11:04

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Exposição dos alunos da Nuvem no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, que fez parte da 2a Mostra de Processos. Pela primeira vez na história o Museu recebe uma exposição infantil! A Mostra de Processos é um evento que ocorre a cada fim de semestre do Curso Nuvem Criativa da escola Nuvem. O curso Nuvem Criativa é destinado a crianças de 3 a 11 anos e voltado para o estímulo da CRIATIVIDADE através das diferentes esferas artísticas: Dança, Artes Visuais, Música e Teatro, sempre conectadas através de um fio condutor, tornando a experiência artística unificada.

Durante este 1o Semestre de 2016, o fio condutor explorado foi o movimento artístico e também famosa escola alemã de Artes, Arquitetura e Design, a BAUHAUS. Por isso, na 2a Mostra de Processos da escola Nuvem que aconteceu durante os dias 24, 25 e 26 de Junho no MAC (Museu de Arte Contemporânea de Goiás), o público pode conferir exposição de obras desenvolvidas pelos alunos, performances de dança e teatro, experimentações musicais, aulas abertas e saber mais sobre o universo da Bauhaus!

Oficina de Yoga para Pais e Filhos no Centro Cultural Oscar Niemeyer!

Publicado em 26 de julho de 2016 as 2:45

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Mais uma oficina de Férias Gratuita em parceria da escola NUVEM com o MAC- Museu de Arte Contemporânea de Goiás! Desta vez será uma aula especial aberta ao público, onde pais e filhos terão a oportunidade de praticarem YOGA juntos, proporcionando um momento único de integração física, mental e espiritual através de exercícios exclusivamente desenvolvidos de forma lúdica e interativa. Não perca a oportunidade de participar! Traga sua família!

Oficina de Street Painting no Museu!

Publicado em 20 de julho de 2016 as 1:21

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A escola Nuvem e o MAC- Museu de Arte Contemporânea de Goiás realizam mais um evento em parceria! Dessa vez será no próximo Domingo ensolarado na área externa do Museu. Inspirada em artistas como o australiano Matt Reilly e a chinesa Tian Haisu, desenvolvemos uma atividade interativa onde os participantes poderão pintar em um tecido gigante utilizando os patins! Além disso contará com performance de bailarinas patinadoras! Tire seu patins do armário e venha participar dessa ação que integra arte, esporte e muita diversão!

O evento é gratuito, chamem os amigos!
Começaremos pontualmente as 16h!

Local: aréa externa do MAC- Museu de Arte Contemporânea de Goiás, localizado no CCON-Centro Cultural Oscar Niemeyer

Endereço: Avenida Jamel Cecílio, 4490, Goiânia, Goiás.

Tecnologia na escola Nuvem- NOVIDADE!

Publicado em 22 de junho de 2016 as 4:21

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Sabia que Bill Gates tinha 13 anos quando ganhou  seu primeiro computador?

 

 

 

 

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E que Jack Dorsey, criador do Twitter, tinha apenas 8 anos quando começou a programar?

 

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E  que Mark Zuckerberg, criador do Facebook, começou a programar na sexta série?

 

O que essas três pessoas têm em comum, além de serem grandes e bem-sucedidos empresários?

Elas descobriram, e criaram, um novo mundo!

 

 

Introdução ao NUVEM LAB

 

“Todos neste país devem aprender a programar um computador, pois ensina a pensar”.– Steve Jobs

Seja bem vindo a área de Tecnologia  da escola Nuvem! Vivemos uma era em que as crianças são chamadas “nativos digitais”, pois estão o tempo todo interagindo com tecnologia, jogando, conversando, digitando e pesquisando. Mas isso não é suficiente para dominarem a linguagem de programação!

Nos tempos atuais, não basta apenas “ler” o que se diz, é preciso que se saiba “escrever” com novas tecnologias, por meio dos códigos. Assim as crianças serão capazes de criar seus próprios programas de computador e games, desenvolver e programar robôs.

Habilidades de pensamento criativo, argumentação sistemática e trabalho colaborativo, desenvolvidas quando se escrevem códigos, são ferramentas que as pessoas podem usar independente do que façam em suas vidas profissionais.

A Escola Nuvem acredita que um novo mundo está sendo construído. E esse mundo vem integrado à tecnologia. Dessa forma, o Nuvem Lab surgiu para ensinar robótica e programação de um jeito diferente, divertido e prático.

Não fique fora dessa!

Rauhe Abdulhamid– Coordenador de tecnologia da escola Nuvem

Mostra de Processos escola NUVEM

Publicado em 22 de junho de 2016 as 4:02

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2a Mostra de Processos escola NUVEM

Fio condutor: BAUHAUS

 

A Mostra de Processos é um evento que ocorre a cada fim de semestre do Curso Nuvem Criativa da escola Nuvem. O curso Nuvem Criativa é destinado a crianças de 3 a 11 anos e voltado para o estímulo da CRIATIVIDADE através das diferentes esferas artísticas: Dança, Artes Visuais, Música e Teatro, sempre conectadas através de um fio condutor, tornando a experiência artística unificada.

Durante este 1o Semestre de 2016, o fio condutor explorado foi o movimento artístico e também famosa escola alemã de Artes, Arquitetura e Design, a BAUHAUS.  Por isso, na 2a Mostra de Processos da escola Nuvem que acontece durante os dias 24, 25 e 26 de Junho no MAC (Museu de Arte Contemporânea de Goiás), o público poderá conferir exposição de obras desenvolvidas pelos alunos, performances de dança e teatro, experimentações musicais, aulas abertas e saber mais sobre o universo da Bauhaus!

Realização: escola NUVEM.
Apoio: MAC- Museu de Arte Contemporânea de Goiás, CCON- Centro Cultural Oscar Niemeyer e SEDUCE- Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte.
Local: MAC- Museu de Arte Contemporânea de Goiás, localizado no CCON- Centro Cultural Oscar Niemeyer
Endereço: Avenida Jamel Cecílio, 4490, Goiânia, Goiás.
Datas: 24, 25 e 26 de Junho de 2016- sexta a domingo.

 

Programação:
Performances dos alunos– dias 24, 25 e 26 de Junho às 10:00.
Exposição de trabalhos– 24, 25 e 26 de Junho das 11:30 às 18:00.
Mais informações- Escola Nuvem:
Fone: 62.30914510/ 62.30911538
E-mail: contato@escolanuvem.com.br
Entrada: franca

Informativo 06 – Nuvem Criativa 3 vespertina – Artes Visuais

Publicado em 29 de abril de 2016 as 5:33

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Olá pessoal!

É muito bom poder compartilhar aqui minhas experiências como professora da Nuvem Criativa 3, pois tem sido algo incrível! Fico muito feliz e motivada quando percebo o quão grande é o potencial criativo dos alunos e já fico imaginando a tamanha contribuição para o futuro dessas pequenas-grandes mentes! Tenho certeza que eles serão líderes em suas áreas depois de passarem pela Nuvem!

Então vamos lá! Para começar, as minhas aulas se dividem em três “sistemas” :

– Desafios de concentração no início das aulas: meditações com exercícios de respiração, sempre explorando diferentes locais da escola. Esta é uma ótima forma de trazer os alunos para o momento presente e também de ativar a concentração. Além disso, na Bauhaus Johhanes Itten, acreditava que para criar era necessário “limpar a mente” antes de mais nada. E não é que funciona?

 

        

– Liderança Criativa: Baseado em 5 princípios estudados em aula -criatividade, proatividade, respeito, colaboração, humildade- a cada mês escolho um “líder” que tem direito de elaborar uma aula da maneira que ele quiser.

 

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{Projeto da aluna Mariana:  barraquinha de sucos e frutas. Tudo foi direcionado por ela e elaborado com os amigos.}
– Ensino teórico e prático relacionado ao fio condutor.

 

Esse semestre estamos trabalhando com o “fio condutor” Bauhaus na escola de maneira geral. A Bauhaus foi uma escola alemã revolucionária, percursora de quase tudo que conhecemos hoje como “moderno” em Artes e principalmente em Design e Arquitetura. Pensa só: a escola durou apenas 14 anos (os nazistas acabaram com ela…) , foi fundada há 97 anos e até hoje é a maior influência nessas áreas artísticas!

Pensando nisso, resolvi trazer algumas metodologias de ensino da Bauhaus para a Nuvem, de maneira adaptada a faixa etária. Nas primeiras aulas, contextualizei a Bauhaus de maneira histórica, política e social através de imagens e me fantasiando de Walter Gropius – o próprio fundador da Bauhaus em pessoa! Rs…! Foi bem divertido!

O método de construção da Bauhaus segue a seguinte ordem: Formas, Materiais, Tratamentos, Acabamentos, Escalas, Dimensões e Ornamentos. Portanto, nos familiarizamos inicialmente com as três formas geométricas ( e suas devidas características) que são a base de todo o estudo da Bauhaus: Triângulo- amarelo e dinâmico; Quadrado- vermelho e estático e Círculo- azul e sereno. Essa base foi elaborada pelo famoso artista e também professor Wassily Kandinsky. Não dá pra contar tudo por aqui, mas é uma teoria super embasada e interessante! Pesquisem!

Depois, começamos a explorar a metodologia VORKUS, elaborada por uma das figuras centrais da primeira fase da Bauhaus, Johannes Itten, com o desejo de libertar o potencial criativo dos alunos, familiarizando-os com os materiais  e princípios básicos das artes. Escolhi três materiais para os alunos experimentarem por aula: ARGILA, METAIS, ISOPOR OU PLÁSTICOS. Sempre tentando explorar as formas geométricas nos mesmos.

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Nas aulas seguintes, expliquei diferença entre ARTE X DESIGN.Lhes contei como a Bauhaus virou referência no mundo todo em Design, exemplificando através dos famosos móveis, objetos, tipografias, tapeçarias e cartazes da escola alemã. Logo depois mostrei exemplos diversos de Design contemporâneo. Os alunos ficaram perplexos quando descobriram que a Bauhaus influencia tanta coisa legal!

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Para exercitar o olhar, solicitei que  fotografassem elementos de design influenciados pela Bauhaus encontrados em seu dia dia e  cada aluno explicou o que pensou ao fotografar. Vejam aqui algumas das imagens:

 

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No momento seguinte, cada aluno montou um projeto de Design, partindo das formas geométricas, das cores primárias e dos materiais experimentados em aula. Estamos começando a colocá-los em prática!! Deem uma espiada em como está ficando:

Da próxima vez mostro mais!

 

Muito obrigada pela atenção, abraços de chuva!

INFORMATIVO 5- nuvem criativa 1,2 e 3 segunda e quarta matutino/ vespertino -MÚSICA

Publicado em 13 de abril de 2016 as 11:41

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Por Wésley Moreira, educador musical

Olá, tudo bem pessoal?

Está sendo uma experiência maravilhosa vivenciar com as crianças os conceitos do fio condutor Bauhaus, que foi uma escola a frente do seu tempo e que construiu de forma sólida o surgimento de design moderno e das relações entre arte e tecnologia. A Bauhaus foi considerada a mais influente e famosa escola de arte do século XX e se tornou centro de algumas das mais utópicas ideologias e tendências de sua época.

Pensando nas influências que a música teve com essa escola, iniciei uma pesquisa em seu contexto histórico, onde a revolução industrial atingiu seu ápice, a Europa estava em guerra e a demanda por produtos bélicos e maquinários em alta. Nesse momento surgiu a Bauhaus, com a missão de unir arte e técnica, valorizando a expressão pessoal do artista na concepção do produto. A música estava passando por um processo de mudança, com o surgimento do dodecafonismo, onde as notas musicais são encadeadas em um sistema sequencial de 12 alturas de sons, com combinações entre eles, mas sem voltar ao mesmo ponto de partida, fugindo da ideia de tonalismo que sempre volta para o mesmo ponto. O músico compositor alemão Arnold Schönberg, abriu caminho para a experimentação de outras sonoridades e a chamada música moderna.

Mas fica a pergunta: Qual é a relação entre a música moderna de Schönberg e a Bauhaus? Para começar, em pesquisas descobri que o artista e professor da Bauhuas Wassily Kandinsky, escutava muita música moderna no conservatório de Leipzig e um belo dia, após uma apresentação do Schönberg, ele ficou muito entusiasmado e escreveu uma carta o compositor que dizia: “ Você realizou em suas obras aquilo que tanto almejei…”. O compositor respondeu dizendo que ele também pintava e que tinha grande interesse nas cores expressivas em harmonia. Após esse episódio, eles se tornaram grandes amigos e esta convivência influenciou ambas as composições artísticas, tanto na pintura, como na música.

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Pensando nessa sinergia entre pintura, música dodecafônica, arquitetura e tecnologia e no aluno sendo construtor do processo criativo, desenvolvi uma técnica com a Nuvem Criativa 3, explorando a união entre tecnologia, percepção, raciocínio lógico e cooperativismo. Baseado em uma música proposta por eles, foi montado uma sequência de notas através de uma interface tecnológica (Make Makey) e mesclado a isso, um grupo de alunos tocou percussão em harmonia com a melodia. Ao fim de uma sequencia de 4 notas, os papéis se inverteram, gerando um ciclo lógico de movimentação, unindo o som virtual e o real, em uma grande harmonia minimalista.

 

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O resultado deste processo foi  muito proveitoso e os alunos entenderam que a música é como uma engrenagem, se uma parte para ou não funciona, todo o resto é afetado.

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Já com a Nuvem Criativa 2 tem sido trabalhado experimentações sonoras com materiais inusitados, instrumentos feitos a partir da manipulação do aço. Um exemplo é  um instrumento construído aqui na Nuvem, formado por uma mola conectada a uma lata: algo simples, mas super rico no quesito tímbrico. Cada aluno está criando sua forma de manuseá-lo e tocá-lo: quando balançamos produz um som de trovão, quando falamos dentro dele parece um som do “além”e assim por diante.

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Ao longo das aulas fui registrando as diversas maneiras de tocar criadas por eles e criei um código para cada uma. A partir desses símbolos organizados em sequencias, eles conseguiram facilmente reconhecer seus significados. Esse já é o principio da organização de uma partitura criada pelos próprios alunos. O mais interessante é ver o quanto eles gostam de aprender através das criações dos amigos!

Veja abaixo como está ficando a sequência de códigos:

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Com os pequenos, o trabalho está voltado para a exploração das intensidades das cores utilizadas na Bauhaus e sentimentos onde o vermelho, amarelo e azul representam respectivamente raiva tocando forte, assustado tocando médio e tranquilidade tocando fraco.

Contei a eles uma história em que Kandisnky ficou encantado com uma obra de arte que estava de cabeça para baixo e isso o inspirou a pensar o desenho dessa maneira. Entao sugeri que os alunos desenhassem de cabeça para baixo, utilizando as cores que mais gostam. Com os desenhos prontos, estabeleci uma dinâmica: quando eu colocasse o dedo nas cores quentes, eles deveriam tocar um instrumento bem forte e nas cores frias, bem fraco. Estabelecendo uma relação entre cor e intensidade de som.

No decorrer das aulas, outras histórias foram contadas e outras dinâmicas criadas a fim de reafirmar essa relação.

Muito obrigado pessoal, até breve!

Wésley Moreira, educador musical.

INFORMATIVO 04- Nuvem Criativa 02 e 03, terça e quinta- MÚSICA

Publicado em 30 de março de 2016 as 2:06

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Olá!

Como temos acompanhado aqui no Blog, a Bauhaus foi uma Escola de Design e Artes alemã criada no início do séc. XX que revolucionou o mundo das artes. Desde que iniciamos o trabalho a partir desse fio condutor, comecei a pesquisar e tentar perceber de quais formas a música havia sido influenciada pelo movimento artístico ou que poderia ser influenciada por ele.

Entre os professores da Bauhaus estava Wassily Kandinsky, um artista que gostava muito de música e que em dado momento de sua vida, enquanto assistia a uma Ópera, teve uma experiência incrível que modificou sua relação com a pintura e as cores para sempre: a Sinestesia.

A Sinestesia é uma condição onde o cérebro humano mistura os sentidos e proporciona, por exemplo, a experiência em que a pessoa pode ver cores ao ouvir música. Kandinsky elaborou após este episódio, seu famoso estudo de cores, onde Azul, Amarelo e Vermelho tem semelhanças com os parâmetros do som Grave, Agudo e Médio, respectivamente.

Pronto. Tínhamos um ponto de partida!

Em uma das aulas resolvi desenvolver, junto com os alunos, uma composição utilizando palmas e notação não convencional, ou seja, uma escrita musical que pode ser inventada e interpretada por qualquer pessoa e que utilizasse também aquelas 3 cores básicas como referenciais dos parâmetros Grave, Médio e Agudo. Assim, os alunos deram início a suas composições utilizando as linhas para traçar os caminhos que as notas musicais fariam. Usando uma linha central horizontal eles pintavam: se o traço deles fosse pra cima em amarelo, uma palma aguda; se pra baixo em azul, uma palma grave; e se ficasse no meio, uma palma média.

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Então foram surgindo belos gráficos muito curiosamente parecidos com as faixas de áudio quando vistas em programas de gravação profissionais.

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As crianças logo se empolgaram em tocar suas próprias composições, o que as incentivou a produzir várias partituras. De repente foi sugerido que uníssemos os desenhos e obtivemos uma obra linda e o desfecho de uma aula bastante agradável.

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Até mais!

INFORMATIVO 03 – NUVEM CRIATIVA 1, 2 E 3 VESPERTINAS- MOVIMENTO/DANÇA

Publicado em 16 de março de 2016 as 12:43

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Por Lanusse Jaime- educadora dançante

É possível construir dança através de cores e formas geométricas? Essa tem sido uma das perguntas norteadoras para as aulas de Corpo e Movimento aqui na Nuvem. Inspirada na escola Bauhaus nossa dança tem ganhado um olhar REVOLUCIONÁRIO nestes primeiros meses, gerando o desafio de identificar, reconhecer e construir movimentos no corpo. A criatividade e ousadia têm sido ingredientes fundamentais para este novo experimento, descobertas e criações são nossas motivações para toda esta jornada.

Ao longo destes três primeiros meses descobrimos a magia da INOVAÇÃO criada pelo movimento BAUHAUS no séc XIX. Com o auxílio de imagens, vídeos e contação de estórias aterrissamos em um novo universo onde formas geométricas se transformavam em corpos e os sentimentos eram traduzidos por cores. Sendo assim, seria possível identificar formas geométricas no nosso corpo? E no espaço? De que forma as obras construídas pela BAUHAUS poderiam servir de inspiração para construir novas investigações na dança?

Para começar a responder essas perguntas resolvi colocar as crianças em evidência nas últimas aulas. Durante duas semanas estivemos estudando a estrutura óssea dos nossos corpos (o esqueleto) para descobrir contornos e estruturas enquanto seres dançantes. Fazendo uso de desenhos, bonecos articulados e bolinhas de borracha começamos a identificamos as formas e tamanhos dos ossos a fim de adquirir uma consciência física e motora. Escolhi a estratégia de conhecer o esqueleto como uma das ferramentas para criação em dança, afim de que nos próximos meses as crianças tenham condições de olhar para seus corpos e recriar imagens, utilizando das formas geométricas como partes do corpo (Ideia inspirada no Balé Triádico -Bauhaus).

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E o espaço em que nosso corpo habita? Existem cores e formas geométricas que possibilitam criar dança? O que está em nossa volta? Essas perguntas revelam nossos próximos passos durante este desafio dançante. Nestas semanas estamos colocando o espaço em que habitamos em evidência, como forma de exercitar a imaginação e criatividade. Tenho usado outros ambientes da escola para desenvolver a prática das aulas, explorando novos cantos, sons e cores com muita diversão e sensibilidade. O objetivo é encontrar outras possibilidades de criar e vivenciar a dança com aquilo que temos em nossa volta.

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Para cada “Nuvem Criativa” tenho escolhido uma maneira de colocar em evidência o Corpo/Espaço, preservando as particularidades e o universo trazido pelas crianças. Até aqui, estamos em um mergulho de descobertas com nossos esqueletos em movimento nos espaços da escola, buscando colocar nossa criatividade em diálogo com as revoluções da escola Bauhaus. Em breve voltarei com mais notícias desta jornada criativa!

Informativo 02- Nuvem Criativa 1 segunda e quarta matutina e Nuvem Criativa 1 e 2 terça e quinta vespertina- TEATRO

Publicado em 15 de março de 2016 as 10:51

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A escola Nuvem tem experimentado a possibilidade de ter como segmento os elementos da Bauhaus. E esse segmento perpassa por elementos, tais como: formas, materiais, tratamentos, acabamentos, escalas, dimensões e ornamentos.

Pensar essa estrutura para o teatro infantil tem sido um desafio de levar a criança a pensar no Espaço, na forma, no tempo, na emoção, no movimento e na história e todos esses contextos pensados de forma criativa. Sendo assim, a construção deve ser orgânica, onde as crianças também possam me dizer como será a aula. Aceitar o jogo e as situações de cena vem de uma espontaneidade que também deve existir no professor.

A cada aula, a proposta é promover um jogo lúdico que desenvolva habilidades e o potencial criativo para o teatro. Os estímulos acontecem a partir de manipulação de objetos para construções de ações que tragam possibilidades de materiais criativos. Depois as ações são repetidas de diferentes formas e tempos para desenvolvimento do jogo.

O tempo todo as crianças são estimuladas a pensar no teatro como um jogo que possui regras, mas que pode ser jogado de diferentes formas e com muita diversão.

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Uma aula interessante….:

AULA DE PERCEPÇÃO DO ESPAÇO ( JOGO DO LABIRINTO)

              A proposta foi montar um labirinto com fitas na sala para trabalhar dinâmicas com o espaço. A recepção dos alunos foi bastante interessante, pois somente o impacto inicial de entrar na sala e ter um ambiente que proporcionaria uma aventura diferente já os transportou para outro  universo.

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          Começamos a aula com uma série de alongamentos e aquecimentos em forma de brincadeiras. Expliquei a função do jogo teatral como se fosse um jogo de video game: para passar de fase deveríamos seguir as regras de momento a momento, até chegar no “chefão”, que simbolicamente significa a nossa capacidade de nos superar dia após dia.

                     Após os aquecimentos, passamos por uma série de etapas do labirinto, experimentando diferentes formas de chegar até o final: experimentamos fazer com que três personagens atravessassem aquele labirinto. Na primeira etapa, ele foi atravessado por animais de acordo com a escolha de cada aluno, na segunda personagens que representaram profissões e na terceira etapa codificamos as formas de caminhar (lento,normal e rápido) e os personagens por cores que eram projetadas na parede.

             A proposta era estabelecer uma relação entre espaço, personagem e tempo em concomitância com o fio condutor que estamos estudando na Escola que é Bauhaus.

Assim, a proposta do curso de teatro não é desenvolver atores profissionais e sim utilizar a ferramenta do teatro enquanto núcleo de expressividade para criar habilidades criativas, e claro autorais para a concepção de espaço e suas relações.

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 Eduardo Babugem, educador teatral

Informativo 01 – Nuvem Criativa 1 e 2 vespertinas e 3 matutina- Artes Visuais

Publicado em 19 de fevereiro de 2016 as 6:38

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A partir de hoje os professores da escola Nuvem mandarão notícias aqui no Blog de 15 em 15 dias, mostrando um pouco do trabalho que estamos desenvolvendo. A primeira a participar será a professora de artes Visuais, Cássia Oliveira. E vóila…

O que estamos experimentando na Nuvem?

Descobrimos uma Escola muito revolucionária que construiu novos olhares e ideias sobre a arte e arquitetura – BAUHAUS (casa de construção). Existiu numa época que a gente nem existia ainda e transformou tanto a vida das pessoas que até hoje suas ideias e conceitos perduram. Para conhecer um pouco dessas experiências artísticas propostas pelos professores/artistas da Bauhaus, brincamos todo dia um pouquinho. Conhecemos recentemente alguns dos protagonistas desta história: as formas geométricas e as linhas.

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Incrível, tudo o que nos rodeia está alinhavado em traços e formas geométricas: a escada que eu subo, a porta que eu abro, a luz que eu acendo: TUDO! As crianças foram percebendo o ambiente em volta e identificando os elementos geométricos também na arquitetura, para em seguida voltar o olhar para as obras de arte de Kandinsky e Paul Klee.

Com as crianças da Nuvem 1, atentamos o olhar para as formas geométricas, ouvimos a estória do “Grande O” (Ed. Cosac Naify) que sai em busca da parte que te falta e brinca com as formas geométricas. Ao fazer uso da literatura infantil para dialogar com as crianças desta faixa etária, conseguimos nos fazer entender por meio da imaginação e contação de estórias. Após reconhecer o “Grande O” também nas obras dos artistas da Bauhaus e encontrar pelos caminhos da escola mais formas geométricas, começamos a registrar no papel nossas ideias. Para dar cor e forma às formas, fizemos uso de diversos materiais com o intuito de experimentar texturas e resultados diversificados. Utilizamos giz pastel, giz de quadro, pincel e tinta, linhas, bolinhas, papel vegetal, canetinhas, carvão e papel pardo.

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Com as crianças da Nuvem 2 e 3, enfatizamos as obras de Paul Klee e Kandinsky observando sua construção, equilíbrio e harmonia. A partir disso percebemos a importância das formas geométricas e das linhas como elementos básicos na composição destes artistas. Para vivenciar esta situação artística, identificamos as linhas e formas geométricas nas obras e na arquitetura da escola, observando a harmonia que as mesmas proporcionam, tanto nas telas quanto nas construções. Fizemos um levantamento de objetos que poderiam representar estes elementos e em seguida registramos tudo numa passarela de papel. Utilizamos muitas linhas coloridas, carvão, giz pastel, tintas e giz de quadro.

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Em breve mando mais notícias!

Professora Cássia!

1ª Mostra de processos da escola Nuvem

Publicado em 13 de fevereiro de 2016 as 10:02

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Foi lindo mostrar uma pontinha do trabalho que estamos desenvolvendo na escola Nuvem. Sabemos que nosso trabalho é longo e que somos uma escola de desenvolvimento a criatividade, o que é um grande desafio! Muito obrigada a todos que confiam na Nuvem e que sabem que uma revolução está a caminho!

Foram dois dias intensos! A querida Thayana elaborou uma aula de Yoga Na Nuvem especial com a participação dos pais, com exercícios lúdicos de respiração, posturas e entoação de mantras. Foi muito especial ver os pais nesse momento de introspeção ao lado dos filhos.

Já os profissionais de dança, música e artes realizaram uma performance artística em comum, onde as professoras de dança Lanusse Jaime e Valeska Gonçalves, de forma misteriosa, apareceram se movimentando lentamente, debaixo de enormes tecidos. Enquanto isso, as crianças tocavam instrumentos inusitados e inventados, como raio-x, vidro com balão, pau de chuva, latinhas e faziam barulhos estranhos com a boca. Finalmente surgem as dançarinas e elas começam a jogar tecidos e as crianças a interagirem com esses tecidos. Em outro momento, as crianças desenharam e dançaram pelo chão, simultaneamente. Foi uma grande performance coletiva.

No período da manhã, o educador de música fez uma breve apresentação dos alunos de 5 e 6 anos, onde através de jogos rítmicos com latinhas e tambores reciclados, eles mostraram que aprenderam tudo sobre ritmo! A professora Martha Cano, fez uma aula também com a participação dos pais, por meio de movimentos elementares, explorou as diferentes possibilidades do nosso corpo.

Juliana Imitria realizou diferentes trabalhos de teatro com os alunos, eles criaram personagens durante as aulas e durante a mostra colocaram os personagens em ação, tudo em completo exercício do improviso! Em diversos momentos, os alunos chamaram os pais e o público para participarem e interagirem, foi super divertido!

Em vários locais da escola, foram expostos “restos” dos processos das atividades das aulas, como uma enorme tela resultado da pintura com mãos e pés de uma aula integrada de dança e pintura; camisetas pintadas, resultado da atividade “Pintando nas Nuvens”, onde os alunos pintam em redes e etc.

Uma de nossas missões é provar, que para as crianças, o que importa não é o resultado final e sim o processo artístico e interior que estão desenvolvendo e estamos apenas plantando sementes para um futuro melhor! Enquanto isso elas estão germinando…!

Garanta sua vaga na Nuvem!

Publicado em 17 de novembro de 2015 as 7:10

Post Promoção

Vivência de Férias na Nuvem 2016!

Publicado em 28 de dezembro de 2015 as 8:07

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5 frases geniais sobre criatividade

Publicado em 5 de novembro de 2015 as 12:03

SEOUL, SOUTH KOREA - JULY 1:  A miniature statue of Albert Einstein is seen an exhibition commemorating the 100th anniversary of the publication of late German-born physicist Albert Einstein's Theory of Relativity at a science museum on July 1, 2005 in Seoul, South Korea. The revolutionary theory led to a complete revision of the scientific understanding of space and time. (Photo by Chung Sung-Jun/Getty Images)

“A melhor forma de prever o futuro é inventando-o”, afirmou certa vez o inventor americano Alan Kay. Em seu novo livro “inGenius” (Editora Da Boa Prosa), a professora da Universidade de Stanford Tina Seelig confirma esta tese e vai além: para ela, a máquina da criatividade existe e pode ser calibrada por todos nós.

EXAME.com selecionou algumas das frases ditas por personalidades notavelmente criativas da ciência, negócios e arte citadas por Tina no livro e listou alguns dos conceitos essenciais, segundo a professora de Stanford, para ser um autor da inovação na sua carreira e vida.

Albert Einstein, cientista “Se eu tivesse uma hora pra resolver um problema e minha vida dependesse dessa solução, eu passaria 55 minutos definindo a pergunta certa a se fazer”

Motivo? Ele mesmo responde: “Porque quando eu soubesse a pergunta correta, poderia resolver o problema em menos de cinco minutos”. E isso não era possível apenas porque Einstein era dono de um cérebro mais complexo que o das pessoas normais, como afirmam alguns pesquisadores.

Ao contrário. A autora explica que “criamos molduras para o que vemos, ouvimos e experimentamos o dia inteiro; e essas molduras tanto informam quanto limitam a forma como pensamos”.

Segundo ela, questionar o que vemos ou tentar revolucionar o nosso ponto de vista (nem que seja a partir de um ângulo um pouco maior ou menor do que aquele estamos inicialmente) pode ser a chave para a solução de um problema, para o surgimento de uma ideia nunca vista.

Dica: Como as crianças que em determinada idade só sabem perguntar o porquê das coisas, reavalie os enquadramentos que você empresta para conceber o mundo. Para isso, busque compreender os pontos de vistas de outras pessoas e questione os seus próprios.

Marissa Mayer, CEO do Yahoo! “A criatividade ama limites”

Ao contrário do que se pensa, criatividade não é resultado de um ambiente anárquico. “Em algumas situações, a alta pressão leva à alta criatividade e as pessoas se sentem em uma missão”, afirma Tina no livro. Mas para que isso aconteça é importante que o objetivo seja claro.

Para confirmar esta tese, Tina descreve os bastidores da organização do “Leilão pela América”, lançado pelo eBay para ajudar as famílias das vítimas dos atentados de 11 de setembro. O projeto que levaria cerca de 20 semanas para ficar pronto em condições normais, saiu do papel em, pasmem, três dias.

“Os membros da equipe sentiam que estavam em uma missão, com um objetivo focado e importante”, diz.

Dica: Crie regras para o jogo da criatividade. Determine prazos, por exemplo, para parir suas ideias. Mas, antes, determina um sentido para isso – com um sistema claro de recompensas.

Henry Ford, empresário “O fracasso é somente a oportunidade de começar de novo, de forma mais inteligente”

Criatividade exige mente e corpo para bem longe do espaço que chamamos de zona de conforto. De acordo com a autora, experimentar, mesmo com a possibilidade de resultados incertos, é essencial para que propostas inovadoras sejam paridas.

Com base na rotina dos cientistas, ela cita o seguinte ditado: “Ser gênio é ter a habilidade de cometer mais erros no menor período de tempo”. E por quê? “Cada experiência – funcionando como esperado ou não – fornece informação importante no caminho para as ideias inovadoras”, afirma a professora de Stanford no livro.

Dica: Não tenha medo dos riscos que cada nova experiência pode trazer. Segundo a especialista em criatividade Gisela Kassoy disse em um dos vídeos de carreira, erros fazem parte do processo criativo e é, sim, possível errar de um jeito certo, veja como.

Matthew May, escritor “O pensamento que leva à descoberta requer que você ultrapasse (…) sua linha de pensamento padrão e linear”

Embora clichê, a ideia sobre pensar fora da caixa não é gratuita. De acordo com a especialista, é essencial fugir do óbvio. E um bom caminho para isso é conectar ideias que, aparentemente, não tem nenhuma relação óbvia.

“Essencialmente, você precisa ser capaz de reorganizar e rearranjar as coisas que conhece e os recursos que possui para ter novas ideias”, diz a autora no livro.

Daí a importância de estar aberto a diferentes pontos de vistas e experiências. Quanto mais acesso a novas situações, mais chances de fazer conexões que podem desembocar em boas ideias.

Dica Crie o hábito de fazer associações improváveis. As invenções que surgirem podem não ser práticas, diz Tina, “mas cada uma abre a porta para novas ideias que podem ser”. Outro exercício válido é fazer metáforas e analogias. “Quando se compara uma coisa à outra, descobrem-se paralelos fascinantes que abrem um mundo de novas ideias”.

Twila Tharp, coreógrafa “Começo todas as danças com uma caixa”

Em seu livro “O hábito criativo”, Twila Tharp, um dos principais nomes da dança contemporânea, descreve seu método para elaborar uma coreografia: juntar em um só espaço todos os objetos que farão parte do conceito da dança – e isso inclui notícias, fotos, CDs, livros e obras de arte que podem inspirá-la.

Por trás deste método, explica a professora de Stanford, está uma lição crucial para quem quer ser mais criativo: esteja atento aos detalhes. “A observação focada é a chave para adquirir conhecimento valioso sobre o mundo ao seu redor”, escreve.

Dica: Fique atento aos detalhes de tudo – até mesmo de objetos, situações ou informações que não têm qualquer relação com sua rotina. É das minúcias que ninguém nunca notou que você pode descobrir as melhores ideias.

Fonte: exame.com

Outubro Rosa

Publicado em 2 de outubro de 2015 as 2:47

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A escola Nuvem apoia a luta contra o câncer de mama: Outubro Rosa. Sabemos que nosso papel como escola é também o de participar de campanhas importantes como essa, que é voltada a sociedade em geral, mas em especial  às mulheres acima de 35 anos. E temos tantas mamães por aqui, não é mesmo? O alerta é necessário, pois se prevenida e diagnosticada com rapidez,  o tratamento da doença é bem mais fácil. Pessoal, o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo!

O nome da campanha remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades: o rosa. Durante o período, monumentos por todo o país se iluminam com essa mesma cor.

Prevenção

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) orienta que todas as mulheres conheçam seu corpo e sempre que possível, seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano, façam o autoexame das mamas. Segundo o Inca, não há técnica específica para a autopalpação e deve se valorizar a descoberta casual de pequenas alterações mamárias durante o toque.

De acordo com o instituto, há elevado percentual de cura quando o câncer de mama é identificado em estágios iniciais, quando as lesões são menores de dois centímetros de diâmetro.

Histórico

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e compartilhar informações sobre o câncer de mama.

Desde 2010, o INCA participa deste movimento, promovendo espaços de discussão sobre o controle do câncer de mama e divulgando e disponibilizando seus materiais informativos, trazendo qualidade para o debate, tanto para os profissionais de saúde quanto para a sociedade.

Compartilhe com os amigos. Um mundo melhor começa agora.

Artistas e designers serão os líderes do futuro!

Publicado em 10 de agosto de 2015 as 11:00

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A escola Nuvem nasceu pensando no futuro, pois sabemos que a inovação será (e já está sendo) essencial, não importa em que área: médicos inovadores criarão novos métodos de tratamento, arquitetos inovadores projetarão ambientes de acordo com as novas necessidades e assim por diante. A Nuvem também entende que artistas não precisam mais estar presos em seus ateliês e designers em frente a computadores, mas que eles podem estar em qualquer tipo de negócio, apresentando novas perspectivas para as empresas, enfim, criando.

O professor John Maeda, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA), ex-professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), considerado pela revista “Esquire” como uma das 75 pessoas mais influentes deste século, afirma o conceito da escola Nuvem e diz que artistas e designers serão os líderes da inovação. Para ele, o mundo pede hoje líderes criativos, que não temam o “fracasso produtivo”, que tenham visão e que assumam riscos. Eles devem ter a capacidade de achatar os modelos organizacionais, manejando as empresas de forma menos vertical.”A arte e o design estão preparados para transformar a economia do século 21 tanto quanto a ciência e a tecnologia o fizeram no século passado”.

Confira aqui a entrevista do professor para Gabriela Bazzo da Folha de Sao Paulo:

Folha – Quais são as características ideais de um líder?

John Maeda – Na economia global contemporânea, as únicas constantes que os líderes encaram são a volatilidade e a complexidade. A perspectiva natural de artistas e designers -que se desenvolvem na ambiguidade – se tornou vital para os líderes. O novo tipo de liderança hoje em dia é a criativa.

Eu acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia, e pela experimentação e pela iteração, em vez da finalização.

Qual a importância de combinar técnica e sensibilidade? Como isso impacta grandes empresas?

Artistas e designers, em parceria com aqueles que desenvolvem soluções técnicas e científicas, são os únicos que podem responder questões profundas, humanizar o problema e criar respostas compatíveis com nossos valores. E é isso que irá nos mover para a frente. Mais do que nunca, nós precisamos de uma conexão com o consumidor como ser humano. Isso começa quando fundimos esse processo com a arte, o design e o pensamento crítico. O sucesso de empresas como o AirBnb (site para aluguel de hospedagens) evidencia como uma experiência bem desenhada é o que faz o sucesso de uma companhia nos dias de hoje.

Quais são os exemplos de benefícios gerados pela integração da ciência e das artes no mercado?

Os artistas e os cientistas tendem a encarar os problemas com mente aberta e inquietude. E ambos não temem o desconhecido, preferindo dar saltos, em vez de passos consecutivos. Eles se tornam parceiros naturais. Com esse pensamento complementar, há um grande potencial quando eles colaboram de forma contrabalançada, gerando resultados inesperados, que podem ser muito mais valiosos do que quando esses profissionais trabalham separados.

Alguns dos novos e mais poderosos produtos no mercado americano vêm da combinação entre design e tecnologia. A arte e o design são responsáveis por realmente promover inovação e, portanto, negócios de sucesso no século 21.

E você, vai perder a oportunidade de se tornar um líder? Venha conhecer o trabalho inovador da Escola Nuvem!

E se a rua virasse museu?

Publicado em 14 de junho de 2015 as 3:37

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Espalhar arte pelos muros da cidade e dar visibilidade para pinturas menos conhecidas é a proposta do projeto Outings do artista francês Julien de Casablanca, que ao visitar o Museu do Louvre e se deparar com uma obra de Ingres esquecida pelos visitantes, decidiu que aquele e outros quadros mereciam ser “libertados”.

Hoje o projeto está presente em mais de 17 países — Inclusive aqui no Brasil, no Rio de janeiro. A partir da rápida repercussão de “Outings”, Casablanca foi convidado a expor imagens do projeto, que classifica como “via dupla”, em galerias na França, Polônia, Albânia, Espanha e Noruega, de maio a novembro deste ano. A dúvida é que seu trabalho leve mais gente aos museus.

— Reproduzir obras de arte nas ruas é uma forma complementar de divulgação para o museu — reforça ele. — Provavelmente, as pessoas precisam ir mais aos museus mas os museus precisam ir mais às pessoas. “Outings” é, talvez, uma forma de reapropriação. Mas sou artista, minha missão é mostrar arte ao mundo, não repará-lo.

FINLÂNDIA SERÁ O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A ADOTAR TRANSDISCIPLINARIDADE EM TODAS AS ESCOLAS.

Publicado em 12 de junho de 2015 as 8:16

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A campainha toca, mas, em vez da aula de História, começa a aula de “Primeira Guerra Mundial”, planejada em conjunto pelos professores especialistas em História, Geografia, Línguas Estrangeiras e (por que não?) pelo professor de Física que achou que seria uma boa oportunidade para trabalhar os conceitos de Balística.À tarde, outro sinal, mas os alunos não vão ter aula de Biologia. Hoje a aula é sobre “Ecossistema Polar Ártico”, ministrada pelos professores especializados em Biologia, Química, Geografia e o de Matemática, que percebeu que os dados sobre o derretimento das geleiras seriam úteis para o estudo de Estatística.

 

Em pouco tempo, cenários como esse, que já são comuns nas principais escolas da capital Helsinki, poderão ser encontrados em toda a rede de ensino do município e nas cidades do interior. O objetivo é claro:

 

A Finlândia quer ser o primeiro país do mundo a adotar em todas as suas escolas o ensino por “Tópicos” multidisciplinares (ou “Fenômenos”, conforme a terminologia adotada pelos educadores finlandeses).

 

Há anos, a educação finlandesa vem sendo considerada a melhor do mundo. Com “segredos” como valorização dos professores, atenção especial aos alunos com mais dificuldades, valorização das artes e de diferentes formas de aprendizagem e uma radical redução no número de provas e testes, o país tem consistentemente dividido as mais altas posições nos rankings do PISA (Programme for International Student Assessment, ou Programa para Avaliação Internacional de Estudantes) com Cingapura, mas com as vantagens de oferecer uma educação universalmente gratuita e livre dos tremendos níveis de estresse aos quais os estudantes asiáticos são submetidos.

 

Apesar dos excelentes resultados (ou talvez por causa deles), a Finlândia pretende continuar repensando e aprimorando seu sistema educacional. Não é apenas Helsinki, mas toda a Finlândia que irá abraçar a mudança”, afirma Marjo Kyllonen, gerente educacional de Helsinki. “Nós realmente precisamos repensar a educação e reprojetar nosso sistema, para que ele prepare nossas crianças para o futuro com as competências que são necessárias para o hoje e o amanhã. Nós ainda temos escolas ensinando à moda antiga, que foi proveitosa no início dos anos 1900 – mas as necessidades não são mais as mesmas e nós precisamos de algo adequado ao Século 21.”

 

Naturalmente, a ideia de substituir “Matérias” por “Fenômenos” como forma de dividir o conteúdo escolar e apresentá-lo aos alunos sofreu resistência inicial, principalmente dos professores e diretores que passaram suas vidas se especializando e se preparando para ensinar matérias. Mas com suporte do governo – inclusive incentivos financeiros através de bonificações para os professores que aderissem ao método – os professores foram gradualmente se envolvendo e hoje aproximadamente 70% dos professores das escolas de ensino médio da capital já estão treinados e adotando essa nova abordagem.

 

Atualmente, as escolas finlandesas já são obrigadas a oferecer ao menos um período de ensino transdisciplinar baseado em Fenômenos por ano. Na capital Helsinki, a reforma está sendo conduzida de forma mais acelerada, com as escolas sendo encorajadas a oferecer dois períodos. A previsão de Marjo Kyllonen é de que em 2020 a transição estará completa em todas as escolas do país.